Estou no quinto capítulo do livro de memórias de Alan Greenspan e estou gostando demais! Como disse, não é um livro apenas de economia. Queria fazer dois tipos de comentários, um econômico; outro, pessoal.
Economicamente falando, gosto do já conhecido conceito de "destruição criativa" de Schumpeter, economista que influenciou sua formação. De fato, a economia se revitaliza de dentro para fora, tirando as más empresas para ceder espaço para as que se destacam mais, como no processo de seleção natural. Acho que isso se aplica a tudo mesmo, quem não se inova, quem não se aperfeiçoa, perde lugar, parece que estamos numa permanente competição.
Pessoalmente falando, gosto das imagens que Greenspan alude. Ele fo casado com Barbara Walters, poderosa âncora da ABC News. Foi a várias festas com ela, onde pode criar contatos, dado que "Economistas de empresas não são exatamente animais festeiros", nas suas palavras.
Ele chega a lançar a seguinte frase:
"Não me sinto ameaçado por mulheres poderosas. E agora estou casado com uma. A atividade mais monótona que posso imaginar é sair com uma mulher vazia - algo que aprendi da maneira mais difícil, quando era solteiro."
Acho de uma sinceridade absurda suas palavras. Outra, que possivelmente já aconteceu com todo mundo. Você está numa festa, e chega uma pessoa que te conhece, como foi o case de Sue Mengers, e você não conhece ela:
"Ela era, de longe, a agente mais poderosa de Hollywood - representava estrelas como Barbra Streisand, Steve McQueen, Gene Hackman e Michael Caine. "Sei que você não se lembra de mim", começou. então, ela explicou como, quandoeu tinha 15 anos e ela 13, costumávamos sair com outras crianças de Washington Heights, nas alamedas do Riverside Park. "Você nunca me deu muita atenção, mas eu sempre admirei você", disse. Fiquei sem fala, como provavelmente teria ficado aos 15 anos."
É curioso isso, pois já aconteceu isso comigo. É curioso porque as pessoas que mais te admiram, mais te querem estão debaixo de seu nariz, e não costumam falar muito. Não sei porque, eu falaria; mas elas, mulheres, não falam.
O livro do Greenspan inspira economistas e não-economistas; é um livro para leigos, como disse, assim como Murray Stein, "Jung: O Mapa da Alma", que também estou lendo. É um psicólogo que escreve para não-psicólogos e e interessantíssimo que ele faz muitas referências a economia. Somos universais?! Não sei, mas o livro do Greenspan é muito bom...
Economicamente falando, gosto do já conhecido conceito de "destruição criativa" de Schumpeter, economista que influenciou sua formação. De fato, a economia se revitaliza de dentro para fora, tirando as más empresas para ceder espaço para as que se destacam mais, como no processo de seleção natural. Acho que isso se aplica a tudo mesmo, quem não se inova, quem não se aperfeiçoa, perde lugar, parece que estamos numa permanente competição.
Pessoalmente falando, gosto das imagens que Greenspan alude. Ele fo casado com Barbara Walters, poderosa âncora da ABC News. Foi a várias festas com ela, onde pode criar contatos, dado que "Economistas de empresas não são exatamente animais festeiros", nas suas palavras.
Ele chega a lançar a seguinte frase:
"Não me sinto ameaçado por mulheres poderosas. E agora estou casado com uma. A atividade mais monótona que posso imaginar é sair com uma mulher vazia - algo que aprendi da maneira mais difícil, quando era solteiro."
Acho de uma sinceridade absurda suas palavras. Outra, que possivelmente já aconteceu com todo mundo. Você está numa festa, e chega uma pessoa que te conhece, como foi o case de Sue Mengers, e você não conhece ela:
"Ela era, de longe, a agente mais poderosa de Hollywood - representava estrelas como Barbra Streisand, Steve McQueen, Gene Hackman e Michael Caine. "Sei que você não se lembra de mim", começou. então, ela explicou como, quandoeu tinha 15 anos e ela 13, costumávamos sair com outras crianças de Washington Heights, nas alamedas do Riverside Park. "Você nunca me deu muita atenção, mas eu sempre admirei você", disse. Fiquei sem fala, como provavelmente teria ficado aos 15 anos."
É curioso isso, pois já aconteceu isso comigo. É curioso porque as pessoas que mais te admiram, mais te querem estão debaixo de seu nariz, e não costumam falar muito. Não sei porque, eu falaria; mas elas, mulheres, não falam.
O livro do Greenspan inspira economistas e não-economistas; é um livro para leigos, como disse, assim como Murray Stein, "Jung: O Mapa da Alma", que também estou lendo. É um psicólogo que escreve para não-psicólogos e e interessantíssimo que ele faz muitas referências a economia. Somos universais?! Não sei, mas o livro do Greenspan é muito bom...