Eu não tenho tempo de ter
O tempo livre de ser
De nada ter que fazer
É quando eu me encontro perdido
Nas coisas que eu criei
E eu não sei
Eu não vejo além da fumaça
O amor e as coisas livres, coloridas
Nada poluídas
Eu acordo prá trabalhar
Eu durmo prá trabalhar
Eu corro prá trabalhar
[Paralamas do Sucesso - Capitão de Indústria]
Sai de casa com um baita planejamento que descrevo agora.
Eu sai de casa e peguei o metrô na Marechal Deodoro, cheguei a Sé. Após ter visto aquele mundo de pessoas, vi uma das construções mais explêndidas, a Catedral da Sé. Não só pela sua altitude, mas pelo seu interior excepcional. Imagens de Maria, Cristo inacreditáveis, dos apóstolos em tamanho real, confessionários, uma pequena capela e um mundo de pessoas ao seu redor, na Praça marco zero de São Paulo - a Praça da Sé. Nessa, pude observar os mais diversos esteriótipos de pessoas: mendigos, loucos achando serem os exorcistas, camelôs, lutadores de capoeira, policiais, turistas (como eu), mães com seus filhos, bêbados e por ai vai... impressionante como São Paulo há contraste em casa esquina, em cada Praça que você se desloca.
Cheguei R. Direita, subi a Álvares Penteado. Fechada para carros. Lá, no cruzamento com a R. do Tesouro, encontrei o Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB, num prédiio histórico do Banco. Muito bom, por sinal, sempre aberto a visitação. Subindo a R. do Tesouro, chego a XV de Novembro, onde estão grandes Bancos e a Bolsa de Valores de São Paulo. O espaço Bovespa, dado que o pregão não mais existe no sistema de voz, e sim apenas por meios eletrônicos, é onde fica uma mesa de operações que sempre a Globo mostra no seus noticiários. Muitos pensam que os que estão ali são operadores, mas se tratam apenas de simulações não reais! Mas o espaço é fora do comum, e qualquer leigo em economia devia visitá-lo, pois o Brasil passa por ali.
Outro lugar perto é a Bolsa de Mercadorias e Futuros, a BM&F. Essa sim, havia pregão no sistema de voz, com compradores e vendedores se matando para vender as commodities de seus clientes. Mas, não se pode fotografar, nem sequer ouvir o que se negocia, dado que o vidro é a prova de som.
Mais um lugar de interesse, agora na Rua João Brícola, é o antigo prédio do Banco do Estado de São Paulo, o Banespa. Privatizado e entregue ao Banco espanhol Santander, ele virou uma atração turística, um patrimônio da cidade, onde no saguão, você pode apreciar carros antigos, como Chevrolets, Mercedes, Fords da época e que você também pode subir no último andar do Ed. Altino Arantes - nome de um dos ex-presidentes do Banespa - para observar toda a selva de pedra que se chama de São Paulo.
Desci a João Brícola e subi a rua Boa Vista, em direção a estação São Bento. Lá, você encontra um mosteiro que o Papa Bento XVI esteve, quando veio ao Brasil nesse ano, no mês de Maio. Não se pode fotografar lá, mas vale muito a pena entrar e rezar uma Ave-Maria.
Peguei o metrô de São Bento. Desci até a estação que leva o nome de um dos mais organizados e charmosos bairros visitados, a Liberdade. Bairro oriental que reúne os mais diversos olhos puxados que tinha visto. Japonesas, coreanas, chinesas, todas elas extremamente interessantes e bonitas. Pude ter a excelente experiência de experimentar as nipônicas... rsrsrsrs... bem, brincadeiras a parte, o Yakisoba do Shopping Plaza, uma galeria de lojas, feito na Cia Oriental é muito bom e barato. Mas há outros melhores, como depois pude constatar. Depois, fui ao cinema ver o desenho da Pixar, Ratatoiulle, excelente para quem gosta de boa animação, no espaço Unibanco, na Rua da Consolação. Esse foi um dos dias, acho que o segundo!
Eu sai de casa e peguei o metrô na Marechal Deodoro, cheguei a Sé. Após ter visto aquele mundo de pessoas, vi uma das construções mais explêndidas, a Catedral da Sé. Não só pela sua altitude, mas pelo seu interior excepcional. Imagens de Maria, Cristo inacreditáveis, dos apóstolos em tamanho real, confessionários, uma pequena capela e um mundo de pessoas ao seu redor, na Praça marco zero de São Paulo - a Praça da Sé. Nessa, pude observar os mais diversos esteriótipos de pessoas: mendigos, loucos achando serem os exorcistas, camelôs, lutadores de capoeira, policiais, turistas (como eu), mães com seus filhos, bêbados e por ai vai... impressionante como São Paulo há contraste em casa esquina, em cada Praça que você se desloca.
Cheguei R. Direita, subi a Álvares Penteado. Fechada para carros. Lá, no cruzamento com a R. do Tesouro, encontrei o Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB, num prédiio histórico do Banco. Muito bom, por sinal, sempre aberto a visitação. Subindo a R. do Tesouro, chego a XV de Novembro, onde estão grandes Bancos e a Bolsa de Valores de São Paulo. O espaço Bovespa, dado que o pregão não mais existe no sistema de voz, e sim apenas por meios eletrônicos, é onde fica uma mesa de operações que sempre a Globo mostra no seus noticiários. Muitos pensam que os que estão ali são operadores, mas se tratam apenas de simulações não reais! Mas o espaço é fora do comum, e qualquer leigo em economia devia visitá-lo, pois o Brasil passa por ali.
Outro lugar perto é a Bolsa de Mercadorias e Futuros, a BM&F. Essa sim, havia pregão no sistema de voz, com compradores e vendedores se matando para vender as commodities de seus clientes. Mas, não se pode fotografar, nem sequer ouvir o que se negocia, dado que o vidro é a prova de som.
Mais um lugar de interesse, agora na Rua João Brícola, é o antigo prédio do Banco do Estado de São Paulo, o Banespa. Privatizado e entregue ao Banco espanhol Santander, ele virou uma atração turística, um patrimônio da cidade, onde no saguão, você pode apreciar carros antigos, como Chevrolets, Mercedes, Fords da época e que você também pode subir no último andar do Ed. Altino Arantes - nome de um dos ex-presidentes do Banespa - para observar toda a selva de pedra que se chama de São Paulo.
Desci a João Brícola e subi a rua Boa Vista, em direção a estação São Bento. Lá, você encontra um mosteiro que o Papa Bento XVI esteve, quando veio ao Brasil nesse ano, no mês de Maio. Não se pode fotografar lá, mas vale muito a pena entrar e rezar uma Ave-Maria.
Peguei o metrô de São Bento. Desci até a estação que leva o nome de um dos mais organizados e charmosos bairros visitados, a Liberdade. Bairro oriental que reúne os mais diversos olhos puxados que tinha visto. Japonesas, coreanas, chinesas, todas elas extremamente interessantes e bonitas. Pude ter a excelente experiência de experimentar as nipônicas... rsrsrsrs... bem, brincadeiras a parte, o Yakisoba do Shopping Plaza, uma galeria de lojas, feito na Cia Oriental é muito bom e barato. Mas há outros melhores, como depois pude constatar. Depois, fui ao cinema ver o desenho da Pixar, Ratatoiulle, excelente para quem gosta de boa animação, no espaço Unibanco, na Rua da Consolação. Esse foi um dos dias, acho que o segundo!

[Bolsa de Valores - SP, XV de Novembro]

[Ed. Altino Arantes, Rua João Brícola]

[Mosteiro São Bento, São Paulo, Centro]

[Rua Galvão Bueno, cruzamnto com a Radial Leste-Oeste, Bairro da Liberdade]

[Atingindo o topo de Sampa, Ed. Altino Arantes]
