Morar nesse país
É como ter a mãe na zona
Você sabe que ela não presta
E ainda assim adora essa gatona
Não que eu tenha nada contra
Profissionais da cama
Mas são os filhos dessa dama
Que você sabe como é que chama
Filha da puta
É tudo filho da puta
É como ter a mãe na zona
Você sabe que ela não presta
E ainda assim adora essa gatona
Não que eu tenha nada contra
Profissionais da cama
Mas são os filhos dessa dama
Que você sabe como é que chama
Filha da puta
É tudo filho da puta
[Ultraje a rigor - Filha da puta]
Na segunda última aconteceu o maior rebuliço nos aeroportos brasileiros. Eu, por exemplo, estava com passagem marcada de volta a minha cidade nesse dia e não consegui viajar. Chego em Congonhas, de ônibus, após ter descido do metrô da Consolação. O aeroporto estava num pandemônio total! Confusão, desordem, desinformação... entro no check-in e descubro em instantes depois que meu vôo e todos os outros foram cancelados em virtude do mal tempo e de uma decisão coletiva dos pilotos. Estava conversando com um aluno do Ibmec do RJ e ele disse que iria de ônibus após essa notícia. No inicio até me animei, fui até o terminal rodoviário do Tietê e comprei uma passagem... para quê... minha irmã logo depois me liga dizendo para continuar em Congonhas e esperar. Consegui reaver meu dinheiro na passagem de ônibus, e voltei para o Aeroporto. Antes, na ida ao terminal do Tietê, aconteceram cenas curiosas: primeiro, pego um táxi para chegar no metrô de São Judas, na saída, deixo meu boné do New York Yankees cair numa possa de água... por uns instantes, noto que não estou com o boné, e tento pedir em vão que o táxi volte, pois pensava que o mesmo tinha ficado no carro... ao correr, um ônibus passa e me joga uma baita água em mim... que beleza, hein?! hehehe... depois, olho para trás, e lá estava meu boné... pego e ponho na cabeça... agora, valia tudo mesmo!!!
Lá, fui ao balcão da companhia aérea, em Congonhas de novo, pedir informações de remarcação de vôo... ao sair da loja, sou bem mal-recebido por um Sr de idade, careca e com alguns fiapos brancos. Primeiramente, sua ignorância me assusta: "- Você tem que entrar na fila, como todo mundo", dizia ele para mim. Eu falei "- Mas Sr, apenas fui pedir uma informação... apenas isso", e ele insistiu no ponto: "- Mesmo para pedir informação você tem que entrar na fila!". Já observando comigo que isso não levaria a lugar nenhum, encaro-o, dou uma risadinha sarcástica e digo "- Nossa, quanta grosseria!" e saio dando as costas para o sujeito que esbravejava sem parar, dizendo "- É groseria mesmo ...", ai, a fila me deu razão e começou a vaiar aquele aeroporto de mosca...
Bem, tirando as duas horas que se seguiram na fila para remarcar o vôo, consegui um táxi e hotel pagos pela companhia, sem desembolsar um tostão sequer... e tinha de ser assim, pois meu vôo apenas fora marcado para a quarta-feira, em Guarulhos, ao qual não saberia chegar...
Pegando o táxi, fui ao hotel, conversei com o taxista sobre o tempo e sobre aquela selva de pedra chamada São Paulo... uns 134 reais foram poupados na ida ao hotel em Guarulhos...
Bem, falando da situação macro: o caos no sistema de transporte aéreo no Brasil tem várias causas: pilotos que se negam a voar em um aeroporto com baixa infraestrutura para pouso e decolagem, que por sua vez chegou a essa situação por má administração não só da Infraero, mas também desse governo e anteriores. Lembro que o acidente do Folker 100 da TAM, em 1996, fora uma calamidade total e poderia ser evitado se o aeroporto fosse mais afastado da cidade, pelo menos... tá certo que o acidente fora de equipamento, mas se antes mesmo tivessem melhorado a infraestrutura da pista, muitos acidentes teriam sido evitados. Não estamos aqui para eleger culpados, até porque eles seriam muitos, mas algo tem que ser feito para se evitar que mais vidas humanas sejam disperdiçadas em questões tão banais como o deslocameto e transporte de pessoas.
Bem, essa foi uma parte da minha volta a minha terra... nos próximos posts digo como cheguei e como aproveitei os meus sete dias em São Paulo... bem, fiquem a vontade para comentar sobre a crise aérea abaixo nos comentários...
Lá, fui ao balcão da companhia aérea, em Congonhas de novo, pedir informações de remarcação de vôo... ao sair da loja, sou bem mal-recebido por um Sr de idade, careca e com alguns fiapos brancos. Primeiramente, sua ignorância me assusta: "- Você tem que entrar na fila, como todo mundo", dizia ele para mim. Eu falei "- Mas Sr, apenas fui pedir uma informação... apenas isso", e ele insistiu no ponto: "- Mesmo para pedir informação você tem que entrar na fila!". Já observando comigo que isso não levaria a lugar nenhum, encaro-o, dou uma risadinha sarcástica e digo "- Nossa, quanta grosseria!" e saio dando as costas para o sujeito que esbravejava sem parar, dizendo "- É groseria mesmo ...", ai, a fila me deu razão e começou a vaiar aquele aeroporto de mosca...
Bem, tirando as duas horas que se seguiram na fila para remarcar o vôo, consegui um táxi e hotel pagos pela companhia, sem desembolsar um tostão sequer... e tinha de ser assim, pois meu vôo apenas fora marcado para a quarta-feira, em Guarulhos, ao qual não saberia chegar...
Pegando o táxi, fui ao hotel, conversei com o taxista sobre o tempo e sobre aquela selva de pedra chamada São Paulo... uns 134 reais foram poupados na ida ao hotel em Guarulhos...
Bem, falando da situação macro: o caos no sistema de transporte aéreo no Brasil tem várias causas: pilotos que se negam a voar em um aeroporto com baixa infraestrutura para pouso e decolagem, que por sua vez chegou a essa situação por má administração não só da Infraero, mas também desse governo e anteriores. Lembro que o acidente do Folker 100 da TAM, em 1996, fora uma calamidade total e poderia ser evitado se o aeroporto fosse mais afastado da cidade, pelo menos... tá certo que o acidente fora de equipamento, mas se antes mesmo tivessem melhorado a infraestrutura da pista, muitos acidentes teriam sido evitados. Não estamos aqui para eleger culpados, até porque eles seriam muitos, mas algo tem que ser feito para se evitar que mais vidas humanas sejam disperdiçadas em questões tão banais como o deslocameto e transporte de pessoas.
Bem, essa foi uma parte da minha volta a minha terra... nos próximos posts digo como cheguei e como aproveitei os meus sete dias em São Paulo... bem, fiquem a vontade para comentar sobre a crise aérea abaixo nos comentários...
